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É preciso punir distribuidoras e postos que tentam passar ao povo a conta da guerra

  • Foto do escritor: Fernando Mineiro
    Fernando Mineiro
  • há 14 horas
  • 1 min de leitura
Fiscalização vai ser ainda mais rigorosa contra postos e distribuidoras / Foto: Marcelo Camargo
Fiscalização vai ser ainda mais rigorosa contra postos e distribuidoras / Foto: Marcelo Camargo

O governo Lula vem anunciando medidas importantes e buscando mais alternativas para reduzir o impacto da alta mundial do petróleo no bolso do cidadão brasileiro.


A guerra dos EUA e Israel contra o Irã não é nossa, mas os efeitos recaem sobre a maioria dos países que compram petróleo do exterior.


Nos últimos dias, Lula zerou os impostos federais Pis e Cofins cobrados no diesel importação e ofereceu R$ 3 bilhões aos estados para que zerem o ICMS sobre o combustível comprado lá fora, evitando, dessa forma, que o cidadão pague mais caro.


Apesar das ações do governo federal, distribuidoras e postos aumentaram os preços dos combustíveis.


O que estamos assistindo é um festival de crimes contra a economia e os responsáveis devem ser punidos na forma da lei.


A Polícia Federal anunciou que vai agir com rigor contra quem se aproveita do cenário de guerra para explorar o povo.


O bolsonarismo, adepto do "quanto pior, melhor", está saudoso do tempo em que a gasolina chegou a custar 9 reais em vários postos de combustíveis pelo Brasil.


Nessa época, Bolsonaro era o presidente e chamava o Ministro da Economia de Posto Ipiranga.


Com Lula na presidência, a postura é outra: respeito ao consumidor e punição aos que tentam repassar ao cidadão a conta da guerra.

Deputado Federal Fernando Mineiro

Sobre mim

Fernando Mineiro foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte (RN) em 2022, com 83.481 votos. Em sua trajetória política, cumpriu quatro mandatos como vereador na Câmara Municipal de Natal e outros quatro como deputado estadual na Assembleia Legislativa do RN.

 

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