Fim da escala 6 x 1: o bolsonarismo e a política do medo
- Fernando Mineiro

- há 16 horas
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A campanha pelo fim da jornada 6 x 1 no Brasil está cada vez mais forte nas ruas e nas redes. Por outro lado, há uma ofensiva contra o projeto liderada por um segmento do setor empresarial ultraconservador, resistente aos avanços sociais, com o apoio da mídia e de parte da classe política conservadora.
Os representantes da extrema direita no Congresso Nacional, como sempre, trabalham contra o povo. Líder do bolsonarismo no Rio Grande do Norte, o senador Rogério Marinho (PL) é um dos adeptos da política do medo.
Marinho foi o relator da reforma trabalhista de Temer e, em entrevista recente, defendeu que o fim da jornada 6 x 1 vai aumentar o desemprego e os preços dos produtos.
Quando o bolsonarismo fala, lembro das campanhas difamatórias contra o reajuste do salário mínimo e a criação do 13º salário, durante o governo João Goulart. Os argumentos eram parecidos: as empresas vão quebrar e a inflação vai subir. É a mesma política do medo usada agora pela extrema direita, 70 anos depois.
A máquina de desinformação bolsonarista segue fabricando mentiras. Por isso, a eleição para a Câmara e o Senado é tão importante quanto eleger Lula pela quarta vez. Precisamos de um Congresso que trabalhe em defesa do povo, e não contra o Brasil


