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Dinheiro direto na veia da Economia

Por Fernando Mineiro


Hoje, o Governo do Rio Grande do Norte, cumprindo a palavra dada, deposita nas contas dos servidores e servidoras estaduais a última parcela da folha de pagamento do 13° salário de 2018, deixada em aberto pela gestão passada. Com os R$ 140 milhões depositados nessa quarta-feira (15), chega-se ao pagamento de quase R$ 650 milhões de dívidas herdadas com três folhas em atraso.


Nos primeiros meses de 2022 será honrado o compromisso de quitar a última das quatro folhas pendentes, referente a dezembro de 2018. Ao total será pago R$ 1 bilhão surrupiado do funcionalismo público estadual no governo anterior.




Assim, será finalizado o “xexo” que o Governo Robinson Faria deu no funcionalismo público estadual, virando a página de mais uma desastrosa gestão da máquina pública do nosso Estado.


Quitar os salários atrasados e - o mais importante - garantir o pagamento dos salários do funcionalismo público estadual em dia (aliás, uma parcela é paga de forma adiantada no dia 15 de cada mês) foi uma decisão da Governadora Fátima Bezerra, que faz o diferencial não só para o funcionalismo público, mas para a economia privada em geral.


O salário recebido em dia pelos servidores e pelas servidoras estaduais não vai para a especulação financeira. Vai direto e imediatamente para o pagamento das contas no comércio - especialmente o local - fazendo girar a roda da economia.


Como parte da economia do Estado depende fortemente da renda pública, a decisão de manter o pagamento dos salários em dia e quitar os atrasados vai além de honrar as obrigações com o funcionalismo. Ela tem efeito e impacto estruturantes não só na vida individual de cada servidor e servidora como também na organização das empresas, possibilitando - depois de muitos anos - a realização de planejamento financeiro a médio prazo, devido à certeza de que o pagamento dos salários do funcionalismo estadual será realizado nas datas anunciadas previamente. Mensalmente, são quase 500 milhões de reais injetados diretamente na veia da nossa economia: o comércio local.


Pagar o funcionalismo em dia não é, portanto, uma "decisão corporativa" de Governo, como gosta de balbuciar a oposição sem discurso. É uma decisão estratégica, de impacto concreto na economia do Estado. E uma das provas mais cabais do acerto das decisões tomadas pela Governadora Fátima e executadas com maestria pela equipe econômica do Governo.

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